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domingo, 4 de abril de 2010

'I found myself in Wonderland'

Aproxima-se a tão esperada hora da estreia de Alice in Wonderland aqui no Brasil. Depois de muitos meios divulgarem datas incompatíveis, a última notícia que eu tive é de que o filme chegará às nossas telas no próximo dia 21. Não por acaso, feriado.

Sem mais notícias sobre o filme, venho, mesmo, falar da trilha sonora.
Segundo liberado no MySpace um tempinho atrás, a lista conta com nomes bastante pesados e um pouco alternativos, convenhamos... mas quando se trata de Tim Burton, não se pode esperar nada comum.
Segue o dream team de Burton para essa maravilha:

1. “Alice (Underground)” – Avril Lavigne
2. “The Poison” – 
The All-American Rejects
3. “The Technicolor Phase” – 
Owl City
4. “Her Name Is Alice” – 
Shinedown
5. “Painting Flowers” – 
All Time Low
6. “Where’s My Angel” – 
Metro Station
7. “Strange” – 
Tokio Hotel and Kerli
8. “Follow Me Down” – 
3OH!3 feat. Neon Hitch
9. “Very Good Advice” – 
Robert Smith
10. “In Transit” – 
Mark Hoppus with Pete Wentz
11. “Welcome to Mystery” – 
Plain White T’s
12. “Tea Party” – 
Kerli
13. “The Lobster Quadrille” – 
Franz Ferdinand
14. “Running Out of Time” – 
Motion City Soundtrack
15. “Fell Down a Hole” – 
Wolfmother
16. “White Rabbit” – 
Grace Potter and the Nocturnals



E ao contrário da maioria dos blogs que postou o clipe de Alice, da Avril Lavigne, escolhi de forma totalmente aleatória (quemnãoconhecequecompre) uma música diferente pra postar.
Estou falando de Tea Party, da Kerli, que eu confesso, nunca tinha ouvido falar.
Mas breve voltarei com mais informações a respeito da loira e seu figurino um tanto quanto Lady Gaga (pelo menos nesse vídeo).


Welcome to the tea party:


quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

- eis meu segredo:

'Wouldn't it be lovely?'

Um tempo atrás, passei o fim de semana com meu namorado e os pais dele em Friburgo. Lá, além das conversas sobre cardápios, o que mais fazemos é ver filmes. A coleção deles é maravilhosa! Cada noite escolhemos um filme pra terminar bem o dia.
E um dos clássicos da vez foi o lindinho (até então inédito pra mim) My Fair Lady.

A lindíssima Audrey Hepburn encarna Elisa Doolittle uma vendedora de flores meio bronca que perambula pelas ruas de Londres tentando arrumar uns trocados. Uma noite, é surpreendida por Henry Higgins (Rex Harrison) um professor de fonética que aposta com o amigo Coronel Hugh Pickering (Wilfrid Hyde-White) transformar a moça numa dama da alta sociedade em apenas seis meses.

Espetaculares atuações de Hepburn e Stanley Holloway, intérprete do pai da moça.

Abaixo, uma das cenas em que a mocinha consegue completar um exercício de fonética com sucesso.




Clássico sempre vale a pena.

Holmes tupiniquim

Jô Soares também fez questão de contar sua versão da história do famoso detetive Holmes e seu inseparável companheiro Watson.
Das páginas para a telona, O Xangô de Baker Street é narrado em três idiomas e conta as desventuras dos amigos ingleses em terras tupiniquins. Quem esperaria que Sherlock Holmes saberia falar português?
A trama se passa toda no Brasil e desvenda o segredo por trás de muitas lendas urbanas.



Vale a pena.
Vi o filme. Mas não dispenso a chance de ler o livro.

Holmes

Tô devendo essa há dias.

Baseado numa das mais conhecidas histórias policiais do planeta, o filme Sherlock Holmes surpreende.
A começar pelos protagonistas.
Mesmo nunca tendo lido as histórias, qualquer um conhece (e idealiza) a imagem do detetive mais inteligente de Londres, além, é claro, de seu fiel escudeiro Watson. Os mais conservadores, não vão aprovar completamente a versão o diretor Guy Ritchie.
Mas quem diria que Jude Law encarnando o médico e Robert Downey Jr, sendo mr. Holmes, seriam uma dupla tão afiada.
O filme é sensacional!
Se eu recomendo? Claro! E faço questão de assistir mais uma vez.
:)

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

- glaciaaaaal!

Sei que estou devendo essa postagem há exatamente uma semana. Peço desculpas. E voilà:


A Era do Gelo 3 - 3D


Surpreendentemente (ou não) o que menos tinha na sessão a que eu assisti era criança. 'A Era do Gelo' já conquistou marmanjos desde sua primeira edição. E com louvor! Vale a pena, com toda a certeza, arrumar qualquer desculpa pra ver. Sim, em 3D, com aqueles óculos ridículos! Pra quem nunca viu, pra quem já tá cansado de ver, pra quem já viu alguma coisa... a partir dos trailers já se tem uma idéia do quanto é divertido um filme em 3D.
O longa traz, mais uma vez, aquela clássica lição de moral embutida que as crianças não percebem, mas que é uma bela alfinetada nos adultos e umas piadinhas excelentes (RONALDO!) que só têm graça, claro, quando dublado em português. Aliás, destaque para os já conhecidos dubladores: Diogo Vilela (Manny), Cláudia Jimenes (Ellie), Márcio Garcia (Diego) e Tadeu Mello (Sid) que fazem um trabalho maravilhoso!
A saga da noz ganha nova vida com mais uma personagem em sua busca. Sid, a preguiça, continua sendo o queridinho da criançada. Mas não tem jeito... minha paixão é o Diego. Minha tristeza é o Márcio Garcia dublando. hahaha. Piadinhas à parte. Filme sensacional.
E o melhor é a versão tango para:
(♪♪♪) You will never find
As long as you live
Someone who looooooove yooooooooou
like I do
Recomendo!

terça-feira, 28 de julho de 2009

- 'bye bye, black bird'

Public Enemies



Fiquei meio surpresa ontem, chegando de viagem, quando o telefone tocou.
Convite apressado para ir ao cinema ''ver o novo filme do Johnny Depp".
Não demorei a aceitar, claro. Já declarei minha paixão por ele antes. O mais ''curioso'' é que eu já tinha visto o cartaz do filme, na sexta, antes de viajar, e pensei em ver. Mas não pensei que fosse ver tão rápido. hahaha
Bom... não conhecia a história nem tive tempo de ler a sinopse.
Mas fui na cara e na coragem. Só o que sabia é que era baseado em realidade.


Johnny Depp é John Dillinger, assaltante de bancos, inimigo público número 1 da polícia norte-americana durante a Depressão. Christian Bale, é o agente Melvin Purvis, encarregado de deter Dillinger e sua trupe.
Pela primeira vez [mesmo não conseguindo ser imparcial vendo um filme com o Johnny Depp] tenho umas coisinhas pra reclamar.
Atuações maravilhosas de Depp e Bale. Roubam a cena. Mas em alguns momentos, o Depp é muito Jack Sparrow e o Bale muito Batman. Em expressões, jeito de falar e de olhar pra câmera, enfim. Falei isso no final do filme pros meninos e eles não levaram muito a sério... mas é verdade.
Destaque para Marion Cotillard (Billie Frechette) e Jason Clarke (John “Red” Hamilton). Mais para Clarke, braço direito de Dillinger, muito bem representado. Afinal, Johnny D. merecia uma mocinha mais, digamos, à sua altura. [hehehê puro despeito.]

Inspirada pelas frases marcantes do último filme a que havia assistido, Casablanca, me liguei muito no final do filme, quando Dillinger se despede de sua amada com uma frase que, certamente, entrará para o hall das grandes do cinema: "bye bye, black bird."



Trailer:
'>www.youtube.com/v/p5biVxwi-UE&hl=pt-br&fs=1&">


Só um detalhe: o Johnny [Depp] Dillinger é irresistivelmente mais gato que o original. Mas o Depp tem todos os trejeitos de ladrão conquistador. Meus aplausos!

terça-feira, 14 de julho de 2009

- 'here's looking at you, kid'

É uma vergonha, mas eu preciso admitir: foi a primeira vez que eu assisti a Casablanca.
E não é novidade nenhuma que eu não gosto de romance. Mas eu preciso admitir, mais uma vez, que o filme é bom. E acho que não preciso falar mais nada. Clássico é sempre clássico. E quem já assistiu sabe o que eu quero dizer.
História de amor meio clichê.
.
Mas... quem disse que amar não é clichê?

segunda-feira, 22 de junho de 2009

- que maravilha!


Hoje não será mais um dia qualquer...
acabo de ver as primeiras imagens que começam a circular nas mídias divulgando o novo longa sob a direção de Tim Burton com previsão de estréia nos cinemas em março do ano que vem.
"Alice no País das Maravilhas" não parece vir como uma simples historinha pra fazer criança dormir.
Nem vou confessar minha paixão pela grande maioria dos filmes dele. Nem precisa.
E nem precisa dizer que a dupla dinâmica vai entrar em ação mais uma vez.
Como os Gêmeos Tweedle-Dee e Tweedle-Dum, Tim Burton vem acompanhado de Johnny Depp. Não em um papel qualquer. Depp não é homem para papéis comuns. Cheio de maquiagem (pra variar, quase psicodélica e um tanto quanto assustadora, diga-se de passagem), o ator dá vida ao Chapeleiro Louco.
Nem vou confessar minha loucura por ele. Isso não precisa mesmo!
hahaha
Além de Depp, o elenco (pesadinho) conta com estrelas como Anne Hathaway (Rainha Branca), Helena Bonham Carter (Rainha de Copas) e a mocinha Mia Wasikovska protagonizando.





Nem vou dizer que estarei competindo com as criancinhas o melhor lugar na pré-estréia.
;)